domingo, 10 de julho de 2011

Um ano sem o nosso Palestra

           Lá se vão 365 dias desde que o nostro templo sagrado fechou, Palestrinos.



E ao ler a notícia no jornal, instantaneamente senti aquele vazio que nos acompanha já há algum tempo. Fingimos esquecer, apoiamos a equipe em outros estádios, mas nada se compara a chegar pelo nosso tempo dado ao Palestra não podendo subir aqueles degraus de cimento da arquibancada que tantas emoções nos deram.
Foram vitórias espetaculares, derrotas surpreendentes, alguns empates com sabor de vitória e outros com sabor de derrota. Até mesmo alguns resultados adversos ficavam melhor ali dentro. O ritual de chegar, rever os amigos de arquibancada, tomar alguma coisa na Turiassu, ver toda aquela multidão verde chegando, faz com que sentimos mais falta ainda.
No Palestra a vida fazia mais sentido, mesmo que fosse só para conversar sobre a vida. Me lembro de falar de futebol com quem me entendia, de zuar os gambás e até mesmo rezar, pois eu fico inquieta durante o intervalo das partidas, tão a vontade quanto estaria na sala da minha própria casa. Aliás, bobagem, o Palestra sempre foi a minha casa. E continuará sendo assim que a nova arena se erguer!
Só quero que esse dia não demore muito, pois toda vez que passo na frente do Palestra eu sinto algo dificil de escrever e de falar, é algo que só nós entendemos, o coração acelera, nossas mãos suam, da aquela sensaçãozinha de estar presente ali naquele momento, com a Mancha, com meus amigos, comemorando um gol, cantando nossas músicas, xingando os rivais, tremendo a espera do resultado final, enfim, depois eu acordo e lembro que vou ter que esperar mais uns dois anos para isso acontecer denovo e melhor. Mas eu não sei esperar, dá até uma imensa vontade de chorar. Mas ficamos na espera, e quero que tudo dê muito mais que o desejado.
Siamo Palestra!

2 comentários:

  1. q saudades do nosso Palestra q venha logo 2013 a nossa nova Arena Palestra!

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  2. siim, eu tambéeeeeeeeem estou morrendo de saudade!! Toda vez que eu passo la na frente ou perto, parece que a outra metade do meu coração está lá

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